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19 agosto, 2009

TROPA DE CHOQUE LIVRA SARNEY


As seis denúncias que corriam contra o presidente do Senado, José Sarney(PMDB-AP) foram engavetadas como também as cinco representações que tramitavam no colegiado ambos já estão arquivados. As denúncias continuam pipocando e outras ainda não chegaram a ser publicadas pelo Jornal Estado de São Paulo devido a recurso no obtido no Supremo. A oposição afirma que vai recorrer de todos os 11 arquivamentos de ações contra José Sarney
O presidente do Conselho de Ética, senador Paulo Duque (PMDB-RJ), aliado de Sarney. Ele alegou que todas as denúncias são baseadas em notícias de jornais e nenhum documento foi anexado para embasar a acusação.
José Sarney desde que assumiu o comando do Senado vem sendo bombardeado após cometer uma série de irregularidades, como desviar dinheiro público por uma fundação que leva o seu nome, de empregar pessoas ligadas a sua família e outras irregularidades.




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MARINA DEPOIS DE 30 ANOS DEIXA O PT



Depois de 30 anos como militante do Partido dos Trabalhadores a senadora Marina Silva(AC) anunciou que vai deixar a sigla e que poderá ingressar no Partido Verde. "Nesse momento, trata-se de dar conhecimento à sociedade brasileira da decisão que é fruto de uma reflexão com companheiros e dirigentes do partido, que significa me desligar do PT depois de 30 anos", disse Marina.
A senadora Marina trocou de partido pensando em disputar a presidência da República em 2010 e com certeza irá dar muito trabalho as pretensões da ministra Dilma e a cúpula do PT. Ela considerou um “convite honroso” a proposta do PV.
Marina Silva que tem um passado honroso já foi doméstica, seringueira e ministra após sua decisão encaminhou carta ao presidente do PT justificando sua decisão de deixar o PT. Ela também comunicou a decisão por telefone ao presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini(SP), na manhã de ontem e encaminhou também uma carta a direção do partido.


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10 junho, 2009

Só depois do São-João

Pela segunda semana seguida, o início dos trabalhos da CPI da Petrobras deve ser adiado. Os senadores marcaram para a próxima quarta-feira a sessão na qual serão escolhidos o presidente e o relator da comissão de inquérito. Contudo, governistas já trabalham nos bastidores com a hipótese de um novo adiamento da investigação parlamentar. São três os principais motivos. O primeiro é a falta de propostas importantes para serem votadas em plenário. Em segundo lugar, as festas de são-joão começam esta semana, mais um fato que tradicionalmente esvazia o trabalho do legislativo. Por último, na quinta-feira há o feriado de Corpus Christi.

Um senador peemedebista da CPI admitiu, reservadamente, na última semana, que a base aliada atua para adiar, o quanto for possível, o início das investigações. “Essa CPI só vai começar mesmo para valer em agosto”, aposta ele. “Vamos ter uma semana atípica, curta. Normalmente quando temos uma semana atípica, o quorum cai”, afirmou o senador João Pedro (PT-AM), outro integrante da CPI, que deve vir a Brasília esta semana.



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