Alem das rotas em desenvolvimento Manta-Manaus e Paita-Manaus e Piura Manaus, percursos que passam pelo extreme Norte do País estão em estudo para levarem os produtos do Pólo Industrial de Manaus em menor tempo para o restante do Continente, Europa e mesmo países africanos. Essas rotas passam pela BR174 (Manaus-Boa Vista), Venezuela, Colômbia, seguindo para os portos do Equador e Peru, podendo se estender até a Bolívia.
Usado no sentido inverso, explica o diretor executivo da Associação de Comércio Exterior da Amazônia(Aceam), Moacyr Bittencourt, este trecho também reduz o tempo de importação dos componentes asiáticos utilizados, principalmente, pelo segmento eletroeletrônico do parque fabril local. “As estradas desses países são boas, alguns trechos precisam de melhorias, mas este é um caminho também viável ao curto prazo e que depende mesmo é de vontade política para se tornar viável”, defende.
O coordenador geral de Estudos Econômicos e empresariais da Suframa, José Alberto da Costa Machado, explica que a partir da BR-174, que leva à fronteira com a Venezuela e a Guiana é possível, via este último, chegar ao Atlântico em menor tempo. Isto porque ao invés de se utilizar o Rio Amazonas, a carga pode chegar ao oceano pela costa guianense. Para tanto é preciso concluir a ponte sobre o rio Tacutu e o asfaltamento da estrada até o mar.
A ponte, afirma José Alberto, tem previsão de ser entregue neste ano. O asfaltamento da estrada em território da Guiana está em estudo por empresas que buscam financiamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Uma vez realidade, a rota Manaus-Costa da Guiana levará cerca de um dia, contra três a quatro dias de Manaus até o Oceano via Rio Amazonas.
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