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19 fevereiro, 2009

PIXINGUINHA O IMORTAL


O IMORTAL
Alfredo da Rocha Viana Filho, o Pixinguinha, foi o maestro responsável por incorporar elementos brasileiros às técnicas de orquestração e arranjo, renovando assim a arte de fazer música no Brasil.
Algumas composições do mestre receberam letra, como Carinhoso, composta em 1917. O clássico foi gravado em 1928 de forma instrumental e a letra só foi escrita em 1937 por João de Barro, para ser gravada por Orlando Silva. Outras músicas de Pixinguinha que ganharam letras foram Rosa (Otávio de Souza), Lamento (Vinicius de Moraes) e Isso É Que É Viver (Hermínio Bello de Carvalho).

Pixinguinha aprendeu a tocar flauta e logo começou a se apresentar em orquestras, choperias, peças musicais e a participar de gravações ao lado dos irmãos Henrique e Otávio (China), que tocavam violão. Os floreados e os improvisos que tirava do instrumento arrancavam aplausos do público.

No início dos anos 20 formou o conjunto Os oito batutas, e realizou uma turnê pela Europa para divulgar a música brasileira. A banda tinha João Pernambuco e Donga no violão, entre outros instrumentistas. Pixinguinha fez sucesso também entre a elite carioca, tocando maxixes e choros com instrumentos até então só conhecidos nos subúrbios do Rio.
Ainda na década de 20, época em que o sistema elétrico de gravação era uma grande novidade, fez várias gravações para a Parlophon com a Orquestra Típica Pixinguinha-Donga.

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