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20 março, 2010

Indígenas ganham recursos para produzir farinha e castanha

Noventa e oito famílias do povo Mayoruna da terra indígena Marajaí, localizada no município de Alvarães (a 538 quilômetros de Manaus), começam a ser beneficiadas de forma direta com recursos do Governo do Estado, por meio do projeto intitulado de Fortalecimento da Cadeia Produtiva da Farinha de Mandioca e da Castanha-do-Brasil das Comunidades Indígenas de Alvarães.

O convênio para repasse desses recursos foi assinado na quinta-feira, dia 18, pelo titular da Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind), Jecinaldo Sateré-Mawé; a presidente do Conselho de Desenvolvimento Humano (CDH), Sandra Braga; e o presidente da Associação Comunidade Aldeia Marajaí (Acam), Midas Oliveira.

O projeto da Acam será executado num período de oito meses. O valor do convênio é de R$ 120 mil, que serão investidos na construção de três casas de farinha higiênicas completas, na aquisição de um motor para barco e na compra de um micro trator agrícola. “É uma iniciativa importante do Governo do Estado, no sentido de fortalecer a produção e alternativas de sustentabilidade para as famílias indígenas desses municípios”, disse Jecinaldo.

A construção das casas de farinha será realizada conforme as especificações técnicas do modelo de casa de farinha disponibilizado pelo Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (IDAM). Atualmente, a comunidade de Marajaí cresceu tanto, que passou das 15 famílias iniciais para 98 famílias. A base da economia ainda é a agricultura e a extração de produtos da floresta, principalmente a castanha.


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