Noventa e oito famílias do povo Mayoruna da terra indígena Marajaí, localizada no município de Alvarães (a 538 quilômetros de Manaus), começam a ser beneficiadas de forma direta com recursos do Governo do Estado, por meio do projeto intitulado de Fortalecimento da Cadeia Produtiva da Farinha de Mandioca e da Castanha-do-Brasil das Comunidades Indígenas de Alvarães.
O convênio para repasse desses recursos foi assinado na quinta-feira, dia 18, pelo titular da Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind), Jecinaldo Sateré-Mawé; a presidente do Conselho de Desenvolvimento Humano (CDH), Sandra Braga; e o presidente da Associação Comunidade Aldeia Marajaí (Acam), Midas Oliveira.
O projeto da Acam será executado num período de oito meses. O valor do convênio é de R$ 120 mil, que serão investidos na construção de três casas de farinha higiênicas completas, na aquisição de um motor para barco e na compra de um micro trator agrícola. “É uma iniciativa importante do Governo do Estado, no sentido de fortalecer a produção e alternativas de sustentabilidade para as famílias indígenas desses municípios”, disse Jecinaldo.
A construção das casas de farinha será realizada conforme as especificações técnicas do modelo de casa de farinha disponibilizado pelo Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (IDAM). Atualmente, a comunidade de Marajaí cresceu tanto, que passou das 15 famílias iniciais para 98 famílias. A base da economia ainda é a agricultura e a extração de produtos da floresta, principalmente a castanha.
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A partir de 2011, o Estado do Amazonas se transformará no maior e mais importante centro mundial de medidas e observações científicas em estudos atmosféricos integrados em regiões tropicais.Trata-se da implantação do Programa Amazonian Tall Tower Observatorium (ATTO), já autorizado pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam).
Executado por meio de parceria entre Brasil e Alemanha, os dois países já definiram o valor dos recursos destinados ao Programa Amazonian Tall Tower Observatorium (ATTO), a serem aplicados até 2011. O investimento será de 8 milhões de euros, sendo 50% provenientes do Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) e 50% da Alemanha. E ficará sob a responsabilidade institucional da Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia (SECT), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Max Planck de Química e do Inpa.
Na avaliação da reitora Marilene Corrêa, o programa das torres vem ao encontro da política de investimento em Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado e servirá como complemento às atividades de investigação de cursos ligados às ciências climáticas executados pela UEA, como o curso superior de Meteorologia e o Programa de Pós-Graduação (mestrado e doutorado) em Clima e Ambiente (em parceria com o Inpa). “Além de servir de apoio a várias pesquisas executadas por meio do Centro de Estudos Superiores do Trópico Úmido da UEA”, completou.
Segundo o secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Marcílio de Freitas, o programa prevê a construção de cinco torres (uma com 320 metros e quatro com 60 metros de altura) na Reserva de Desenvolvimento Sustentável de São Sebastião do Uatumã, no Estado do Amazonas, equipadas com instrumentação tecnológica de alta precisão para experimentos científicos e monitoramento atmosférico contínuo. Atualmente existe uma torre similar na Sibéria/Rússia com uso mais restrito e menos abrangente sob o ponto de vista científico.
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"O governo quer criar um programa que garanta a internet banda larga a preços acessíveis, afirmou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em entrevista a emissoras de rádio durante o programa "Bom Dia, Ministro" ontem, quinta-feira (18). De acordo com ele, estão sendo discutidos preços na faixa de R$ 25 a R$ 35 por mês.
Segundo o ministro, deve ser utilizada a rede de fibra ótica da antiga Eletronet e que agora pertence ao governo. O mecanismo de acesso pode ser feito em parceria com empresas privadas. "[A empresa] terá o acesso à fibra ótica e vai fornecer para o usuário. Vamos condicionar [àquela] que tenha um preço compatível."
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